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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Quedas: Uma questão de prevenção.

É normal cair? “Ele é idoso, tropeçou, acontece…” Quando devemos nos preocupar? As quedas matam. Acidentes já se tornaram a sexta principal causa de morte em idosos e grande parte dos acidentes são caracterizados por quedas. Além disso, o custo no cenário da saúde pública é imenso, especialmente quando após a queda o idoso perde sua autonomia e torna-se dependente. A cada ano, aproximadamente 30 a 40% dos idosos caem pelo menos uma vez, e as consequências negativas extrapolam o aspecto físico, sendo também psíquicas e sociais.


Ao contrário do que muitos imaginam, prevenir quedas não se trata apenas de proporcionar um ambiente seguro, amplo, iluminado e com barras de apoio. Na presença de obstáculos simples, as pessoas jovens não caem pois tem recursos (musculatura, equilíbrio, reflexos) que as protegem. Esses recursos devem ser buscados pelos mais velhos para que também possam evitar possíveis quedas. Geralmente, idosos tem chance maior de cair uma vez que acumulam uma série de fatores de risco atualmente classificados como intrínsecos ou extrínsecos. Os fatores extrínsecos incluem as dificuldades encontradas no ambiente, como por exemplo piso escorregadio, calçados inapropriados ou o famoso tapete dobrado. Já os fatores intrínsecos dizem respeito às dificuldades próprias do indivíduo que cai: doenças, medicações, alterações sensoriais (principalmente perda da visão e audição), força muscular e outras. Assim, compreendendo melhor o motivo das quedas, podemos adotar intervenções mais eficazes no âmbito da prevenção.
É papel do médico questionar sobre a ocorrência de quedas e circunstâncias do evento, conferindo atenção especial aos pacientes com mais de 2 quedas em 6 meses, chamados de “caidores”. Indivíduos que caem de forma recorrente, além do risco de uma fratura mais grave como a de fêmur que acarreta alta mortalidade, podem sofrer também do medo de cair. O medo pode trazer uma espiral negativa que envolve mais imobilidade, atrofia muscular, isolamento social, solidão e até mesmo depressão.

fonte: sbgg.org.br-
texto: Rodrigo Buksman
Médico especialista em Geriatria e Gerontologia pela UERJ e SBGG.
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domingo, 5 de fevereiro de 2017

Dica da Fisioterapeuta Bibiana Villalobos: DOR DO CRESCIMENTO

A dor do crescimento acomete cerca de 20% das crianças com idades entre 2 e 12 anos de idade. Apesar do nome, sabe-se que a dor nada tem a ver com o crescimento em si.

A causa ainda é indefinida, porém alguns estudos relacionam distúrbios emocionais como uma das possíveis causas, no entanto, ainda não existem pesquisas suficientes para estabelecer com segurança essa relação. Outra hipótese, associa o aparecimento da dor com o uso excessivo da musculatura a...o longo do dia. Segundo esta teoria, as dores do crescimento podem ser apenas dores musculares que surgem como reflexo da excessiva e frequente demanda muscular nas crianças. Normalmente, as dores do crescimento não costumam aparecer durante os exercícios, mas são mais comuns depois que a criança tem um dia cheio de atividades físicas.
A criança geralmente reclama de dor intermitente na musculatura das pernas (coxas, panturrilhas e região atrás dos joelhos), quase sempre bilateral que concentra-se nos músculos, não nas articulações e ocorre mais ao final da tarde e noite. A dor pode acordar a criança e não está diretamente relacionada à atividade física.
Neste diagnóstico NÃO há sinais de inflamação, inchaço, repercussão em outros órgãos nem alterações detectáveis no exame físico, em exames radiológicos ou de laboratório. Ou seja, a criança realmente sofre, mas ela não apresenta nenhuma doença física real que possa ser diagnosticada. É importante salientar, que a dor do crescimento é um diagnóstico de exclusão, que só deve ser estabelecido após a certificação pelo médico de que as dores não têm origem em problemas mais graves de saúde.
Embora seja um quadro desagradável, as dores do crescimento não trazem prejuízos no desenvolvimento da criança e costumam desaparecer espontaneamente após um ou dois anos.
O excesso de exercícios pode atrapalhar, mas a interrupção total de atividades é totalmente desaconselhado, levando em conta todos os benefícios das atividades físicas . O ideal é que a criança mantenha-se ativa, porém sem exageros. Uma opção para aliviar os sintomas, é estabelecer um programa de exercícios abrangendo alongamentos, massagens e relaxamentos junto a um fisioterapeuta para aliviar os sintomas.

Dica da Fisioterapeuta Bibiana Villalobos: CORRER NA PRAIA.

O verão está aí, e com ele a vontade de praticar exercícios ao ar livre aumenta. A questão é: pode correr na areia? Isso pode prejudicar meu corpo?
Segundo estudos, o ganho de massa muscular, calorias gastas, aumento da capacidade respiratória e resistência são maiores durante a corrida na areia comparado com outras superfícies. Embora existam muitos benefícios, alguns cuidados devem ser tomados. Quando corremos descalços sem ter força e mobilidade na musculatura profunda do pé suficientes, podemos desenvolver a FASCITE PLANTAR. A fáscia plantar está localizada na planta do pé e estende-se do calcanhar até a ponta dos dedos. Ela é formada por tecido fibroso (pouco elástico) e tem como função sustentar o arco plantar e amortecer choques. A FASCITE PLANTAR ocorre quando há inflamação aguda da fáscia plantar, gerando dor. Quando o problema não é tratado corretamente e a fáscia segue sendo exigida de forma excessiva e repetitiva, ela pode entrar em um processo de degeneração tornando a dor crônica e ainda favorecer o aparecimento do esporão. Algumas alterações biomecânicas como: pé cavo, pé chato e encurtamento do tendão de Aquiles, são geradores comuns da inflamação na fáscia. Porém, quase sempre a doença se estabelece quando essas alterações são somadas com mau amortecimento de impacto decorrente de atividades físicas repetitivas e de alta intensidade, calçados inadequados e sobrepeso. Portanto, pode correr, mas o ideal é iniciar a atividade gradativamente, com tênis adequado e realizar depois da atividade liberação da região plantar e alongamentos. Se tiver com dor, procure um fisioterapeuta!

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Mulheres e profissionais muito especiais, preocupadas em resgatar na Alma, o teor e a grandiosidade de um movimento bem executado!

Gabriela Barni Froemming, fez uma aula/curso com a Alice Becker, no dia 11 de maio. "Uma experiência incrível com uma pessoa que sabe muito e que está sempre em busca do movimento, da melhora da técnica para melhorar a vida dos pacientes", vibra Gabriela.
Alice foi quem implantou a  Physio Pilates no Brasil, e é licenciada da Polestar Pilates (PMA) - (Pilates  Method Alliance). Bailarina (assim como Gabriela) viu como o Pilates ajuda no ballet, e  em outros esportes, para aperfeiçoar os movimentos dos atletas (tenistas, surfistas, corredores, etc.).
Ela deu uma aula de mat (pilates no solo). Iniciou conversando sobre Joseph Pilates, aonde reforçou que o que ele mais pregava era o movimento bem feito, consciente. E que eles juntou inúmeras experiências e variadas técnicas (yoga, treinamento suspenso, ballet, fisiculturismo, dança contemporânea, dentre outros), para estabelecer seu próprio método.


Saiba um pouco mais sobre Alice Becker:



terça-feira, 20 de outubro de 2015

Dica de filme da Vivi Peroni: Hector e a procura da felicidade


              
Enquanto psiquiatra, a função de Hector é ajudar os outros na superação dos seus problemas e direccioná-los para a felicidade. O que ninguém sabe é que ele próprio se debate com enormes dúvidas existenciais... Por este motivo, decide abandonar a monotonia da sua vida aparentemente perfeita. Deixa  a namorada e o luxuoso apartamento onde ambos viviam no centro de Londres, e embarca numa grande viagem pelo mundo, de forma a descobrir o verdadeiro significado de uma vida feliz.
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sábado, 3 de outubro de 2015

Dicas da Gabriela: Prevenção desde cedo!

Nossa Gabriela Generali Barni Froemming, compartilha:
Avaliar e identificar problemas posturais pode ajudar muito a trabalhar o corpo para um futuro melhor. Com uma musculatura melhor preparada, e sem vícios posturais.

 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Dica da Camila: Cuidado a posição W !

 
Sentar em “W” refere-se à postura assumida pelas crianças quando se sentam no chão com as pernas posicionadas no formato de um “W”, sendo esta uma das várias posições que a criança pode assumir enquanto brinca. Em relação a isso, a alternância entre as posições que a criança senta é muito benéfica e estimula a descoberta dos limites de corpo. No entanto, se assumido com frequência, este hábito postural pode gerar alterações ortopédicas, no desenvolvimento ósseo e no desenvolvimento motor.
Alterações Ortopédicas:
Quando sentada em “W”, os quadris encontram-se no limite da rotação interna, predispondo a criança a problemas ortopédicos futuros. Nesta posição anormal, o risco de luxação do quadril é preocupante. Esta posição também favorece a instalação de encurtamentos e contraturas musculares.

Desenvolvimento Ósseo:
O sentar em “W” também pode afetar o desenvolvimento ósseo, favorecendo a anteversão da cabeça do fêmur e a rotação interna da tíbia.

Desenvolvimento Motor:
Na postura em “W”, a criança experimenta um grande aumento da base de sustentação quando comparada com outras posturas sentadas, isso lhe garante maior estabilidade e menor necessidade de ajustes posturais. Quando sentada em “W”, o centro de gravidade dificilmente ultrapassará a sua base de sustentação (a área ocupada pelo “W”), desta forma, os músculos do tronco terão pouco trabalho para manter o equilíbrio. Obviamente equilíbrio e estabilidade são coisas boas, mas, a instabilidade também é essencial para desenvolver reações posturais e a força nos músculos do tronco. O problema é que o “W” é tão estável que não permite à criança exercitar seu equilíbrio, também limita as rotações de tronco e as transferências de peso laterais como aquelas que realizamos para alcançar um objeto. Como resultado, ocorre um atraso nas aquisições de controle de tronco e equilíbrio devido ao não uso. Além disso, pela falta de transferências laterais e da capacidade de cruzar a linha média (levar a mão esquerda a alcançar um objeto no lado direito do corpo), a criança tende a usar a mão direita no lado direito do corpo e a mão esquerda no lado esquerdo do corpo, afetando o desenvolvimento da dominação manual.
A maioria das crianças adquire a posição em “W” por curtos períodos de tempo, alternando naturalmente para outras posições. A forma mais fácil de prevenir complicações é evitar desde o início que se torne um hábito. Elas devem ser estimuladas a mudar a posição e chamadas à atenção para corrigirem a postura sempre que a posição em “W” for a preferencial.

Fonte: http://maplebearjaguare.com

 

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Benefícios do Pilates para bailarinos

Gabriela Barni compartilha os benefícios da prática do Pilates para os bailarinos. Entre em contato com a gente!
A prática do Pilates requer atenção à respiração e ao alinhamento corporal. Desta forma, o praticante irá perceber o movimento e ter maior consciência de como deve executá-lo de maneira eficiente e segura. Embora qualquer pessoa pratique Pilates os bailarinos foram um dos primeiros à experimentarem os benefícios dessa técnica. Joseph Pilates desenvolveu a técnica em 1920 durante a Primeira Guerra Mundial. Ele utilizou molas de colchões, macas e cordas para construir os primeiros equipamentos. Em 1926, Joseph Pilates se mudou para Nova York com sua mulher, Clara, e abriu um estúdio perto do New York City Ballet. Nesta época, ele aprimorou o método e adaptou os movimentos para os bailarinos, afim de melhorar a performance e prevenir lesões. Desta forma, foi possível atingir os objetivos dos bailarinos suprindo suas necessidades de um corpo forte, alongado, flexível e estável.
Controle, precisão, respiração, fluidez, coordenação, alinhamento, centralização, estabilidade, integração, consciência corporal.  A técnica do Pilates prioriza a qualidade da execução do movimento, e não a repetição ou a carga. Por isso seus exercícios são de baixo impacto, utilizando poucas repetições e o peso do próprio corpo ou a resistência de molas. 
Sabemos que vários bailarinos sentem dor, porém devido à necessidade de usar seu corpo como instrumento de trabalho, convivem com ela. Estas lesões, em sua maioria, vem de um volume de treinamento muito alto, associado a desalinhamentos articulares e desequilíbrios musculares, que mesmo quando pequenos, são repetidos inúmeras vezes durante um ensaio, em que o bailarino repete sequências de saltos, giros, levantamentos e acrobacias. O excesso de repetição leva a uma sobrecarga dessas estruturas e consequentemente à lesão.
Com o Pilates, é possível treinar estes movimentos de forma mais alinhada e segura. Também é possível fortalecer a musculatura que dá suporte às articulações, deixando-as mais estáveis e com capacidade de absorver maiores cargas. A flexibilidade também é muito desenvolvida com o Pilates, que treina esta habilidade de forma gradual e dinâmica. Deste modo, oferece ao bailarino uma forma de alongar sem sofrimento, diferente do que costumamos ver em aulas de ballet, nas quais alguns instrutores forçam as articulações de seus dançarinos além dos limites anatômicos do corpo.
 

Fontes:
http://fisioterapiadenisepripas.blogspot.com.
http://revistapilates.com.br
http://www.efdeportes.com

quarta-feira, 21 de maio de 2014


"Ao longo da vida é comum que as pessoas queiram que seus empregos mudem; que seus pares mudem; que seus políticos mudem; que tudo a sua volta mude para atender seus anseios e expectativas, mas isso é um erro que torna as pessoas escravas de seus desejos, as tornando ansiosas e frustradas por estarem de fora às mudanças que só podem ser alcançadas em seu interior, pois precisamos aprender que a mudança não está no mundo que nos rodeia, não está nas pessoas a nossa volta, a verdadeira mudança está em nós, cada um de nós é a própria mudança que tanto almeja alcançar". (Alexandre Candido Salazar).

* Mesmo com estudo árduo que vem fazendo no seu trabalho de conclusão de acupuntura a nossa querida fisioterapeuta Camila Francio arranjou um tempo para compartilhar com a gente este texto e faz a diferença.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Correr na rua ou esteira?

A nossa fisioterapeuta Bibiana compartilhou uma matéria bem legal sobre as vantagens e desvantagens de correr na rua ou na esteira. Para ler na integra clique aqui: Globo Esporte 

TREINO NA RUA:
  • É MAIS DINÂMICO E MENOS MONÓTONO  
  • A CHANCE DE PERDA DE LÍQUIDOS É MAIOR NA ESTEIRA
  • NÃO HÁ LIMIATAÇÃO DE DECLIVE, ACLIVE. ALÉM DE PODER SER 100% PLANA
  • PODE SER PRATICADA EM QUALQUER LOCAL, SEM CUSTO
  • SÓ NA RUA PERCEBE-SE OS REFLEXOS DE UMA PROVA

TREINO NA ESTEIRA:
  • AMORTECE O IMPACTO EM TORNO DE 10% DO PESO CORPORAL
  • ALÉM DA CHANCE MÍNIMA DE ACIDENTE, É UMA BOA OPÇÃO PARA QUEM NÃO PODE TREINAR NA RUA
  • É MAIS FÁCIL CORRIGIR A POSTURA E O MOVIMENTO ESPORTIVO
  • O CONTROLE DA INTENSIDADE E FREQUÊNCIA CARDÍACA DESEJADA FICA MAIS FÁCIL
  • PARA QUEM ESTÁ SE RECUPERANDO DE LESÕES É UM ESTÁGIO QUASE OBRIGATÓRIO