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terça-feira, 21 de março de 2017
quinta-feira, 31 de março de 2016
artrite reumatoide e as emoções
Ações simples como dobrar os joelhos ou pegar um objeto podem ser um verdadeiro martírio para quem sofre com a artrite reumatoide. A enfermidade, que atinge mais de 2 milhões de brasileiros, é marcada pela liberação de moléculas inflamatórias que agridem a membrana sinovial, camada que reveste as articulações. Se nada é feito, a destruição progride até chegar aos ossos.
Agora, um levantamento realizado pelo instituto de pesquisa Ipsos a pedido do laboratório Pfizer com 200 pacientes de cinco capitais brasileiras revela como as emoções negativas permeiam o problema nas juntas. Os dados apontam que 54% dos pacientes acreditam que a doença se origina na alma e 45% relacionam o surgimento das dores articulares com sentimentos ruins. E esse é apenas o começo: metade dos respondentes declarou que desenvolveu a condição apenas por causa do estresse ou do sedentarismo e 19% sentem culpa por terem artrite reumatoide. Claro, essas percepções não querem dizer que as emoções originam a doença, porém deixam claro como ela afeta (e é afetada) pelo estado emocional de cada um. O papel dos sentimentos aqui é secundário. Acreditar que eles seriam a origem principal da encrenca é errado e não passa de um mito.
Por outro lado, mais de 91% declara ter apoio dos familiares após o diagnóstico. De acordo com eles, isso ajudou muito a encarar os desafios que a enfermidade traz. Um quarto deles também recorreu a psicólogos, terapeutas e grupos de apoio para reequilibrar os ânimos e enfrentar a doença com foco total. “Não podemos ignorar o impacto da artrite na sociedade, na família e para o próprio indivíduo”, ressalta a médica Lícia da Mota, da Sociedade Brasileira de Reumatologia.
Outro fator que dificulta o tratamento e prejudica pra valer o bem-estar é a demora em flagrar a doença. A mesma pesquisa conduzida em território nacional mostrou que o indivíduo visita, em média, três médicos antes de saber a razão do incômodo nas dobradiças do corpo. Essa via-crúcis chega a se arrastar por mais de dois anos em 20% das vezes. Procurar o reumatologista e fazer o diagnóstico por meio de exames de sangue e uma radiografia de mãos e pés pode facilitar o processo e garantir que a doença não afete demais as articulações - nem o estado emocional.
Fonte: revista Saúde
Agora, um levantamento realizado pelo instituto de pesquisa Ipsos a pedido do laboratório Pfizer com 200 pacientes de cinco capitais brasileiras revela como as emoções negativas permeiam o problema nas juntas. Os dados apontam que 54% dos pacientes acreditam que a doença se origina na alma e 45% relacionam o surgimento das dores articulares com sentimentos ruins. E esse é apenas o começo: metade dos respondentes declarou que desenvolveu a condição apenas por causa do estresse ou do sedentarismo e 19% sentem culpa por terem artrite reumatoide. Claro, essas percepções não querem dizer que as emoções originam a doença, porém deixam claro como ela afeta (e é afetada) pelo estado emocional de cada um. O papel dos sentimentos aqui é secundário. Acreditar que eles seriam a origem principal da encrenca é errado e não passa de um mito.
Por outro lado, mais de 91% declara ter apoio dos familiares após o diagnóstico. De acordo com eles, isso ajudou muito a encarar os desafios que a enfermidade traz. Um quarto deles também recorreu a psicólogos, terapeutas e grupos de apoio para reequilibrar os ânimos e enfrentar a doença com foco total. “Não podemos ignorar o impacto da artrite na sociedade, na família e para o próprio indivíduo”, ressalta a médica Lícia da Mota, da Sociedade Brasileira de Reumatologia.
Outro fator que dificulta o tratamento e prejudica pra valer o bem-estar é a demora em flagrar a doença. A mesma pesquisa conduzida em território nacional mostrou que o indivíduo visita, em média, três médicos antes de saber a razão do incômodo nas dobradiças do corpo. Essa via-crúcis chega a se arrastar por mais de dois anos em 20% das vezes. Procurar o reumatologista e fazer o diagnóstico por meio de exames de sangue e uma radiografia de mãos e pés pode facilitar o processo e garantir que a doença não afete demais as articulações - nem o estado emocional.
Fonte: revista Saúde
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Quantas horas por dia você passa em pé?
As modernas linhas de pesquisa na área da fisiologia têm revelado que o esforço natural do corpo para manter-se ereto faz bem à silhueta, previne doenças, melhora o desempenho intelectual e a memória. O mais recente estudo sobre o assunto, publicado na revista científica American Journal of Preventive Medicine, revelou ainda o impacto de pequenos movimentos feitos em pé na diminuição do risco de mortalidade. Os pesquisadores compararam os hábitos de 12 000 pessoas com idade entre 37 e 78 anos, ao longo de doze anos. Elas ficavam sentadas por cerca de sete horas. Muitas só deixavam a cadeira para realizar atividades essenciais, como ir ao banheiro e fazer as refeições. Outras tinham o hábito de se levantar para executar pequenas tarefas no próprio escritório. A conclusão: as pessoas que se mexiam menos correram um risco 30% maior de morrer em decorrência de doenças associadas ao sedentarismo, como as afecções cardiovasculares, em relação aos outros voluntários do estudo.
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Pontos de dores da artrite reumatoide
A artrite reumatóide (AR) é caracterizada pelo ataque de células T ao colágeno tipo II das articulações, o qual resulta em danos a cartilagem, inchaço nas articulações, dor e inflamação. Tentativas do corpo em remodelar as articulações, são ultrapassadas pelo ataque do sistema imune e pela degradação da cartilagem das articulações. Esses eventos são, então, caracterizados pela perda de controle da resposta auto-imune. Mecanismos envolvendo a defesa do organismo, proteção e manutenção da auto-integridade, são forças contrárias na qual os mecanismos de tolerância eficientemente suprimem o ataque imune, a um limiar necessário (BAGCHI, et al., 2002).
A imagem do esqueleto com as bolinhas vermelhas demonstra as principais articulações acometidas tanto pela artrite reumatoide quanto pelas osteoartrites
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