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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Benefícios do Pilates para cirianças

Estimula a atenção,
concentração
coordenação motora Global,
aprendizagem,
Diminui a ansiedade,
Corrige a estrutura postural,
relaxa!

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Dica da Fisioterapeuta Bibiana Villalobos: DOR DO CRESCIMENTO

A dor do crescimento acomete cerca de 20% das crianças com idades entre 2 e 12 anos de idade. Apesar do nome, sabe-se que a dor nada tem a ver com o crescimento em si.

A causa ainda é indefinida, porém alguns estudos relacionam distúrbios emocionais como uma das possíveis causas, no entanto, ainda não existem pesquisas suficientes para estabelecer com segurança essa relação. Outra hipótese, associa o aparecimento da dor com o uso excessivo da musculatura a...o longo do dia. Segundo esta teoria, as dores do crescimento podem ser apenas dores musculares que surgem como reflexo da excessiva e frequente demanda muscular nas crianças. Normalmente, as dores do crescimento não costumam aparecer durante os exercícios, mas são mais comuns depois que a criança tem um dia cheio de atividades físicas.
A criança geralmente reclama de dor intermitente na musculatura das pernas (coxas, panturrilhas e região atrás dos joelhos), quase sempre bilateral que concentra-se nos músculos, não nas articulações e ocorre mais ao final da tarde e noite. A dor pode acordar a criança e não está diretamente relacionada à atividade física.
Neste diagnóstico NÃO há sinais de inflamação, inchaço, repercussão em outros órgãos nem alterações detectáveis no exame físico, em exames radiológicos ou de laboratório. Ou seja, a criança realmente sofre, mas ela não apresenta nenhuma doença física real que possa ser diagnosticada. É importante salientar, que a dor do crescimento é um diagnóstico de exclusão, que só deve ser estabelecido após a certificação pelo médico de que as dores não têm origem em problemas mais graves de saúde.
Embora seja um quadro desagradável, as dores do crescimento não trazem prejuízos no desenvolvimento da criança e costumam desaparecer espontaneamente após um ou dois anos.
O excesso de exercícios pode atrapalhar, mas a interrupção total de atividades é totalmente desaconselhado, levando em conta todos os benefícios das atividades físicas . O ideal é que a criança mantenha-se ativa, porém sem exageros. Uma opção para aliviar os sintomas, é estabelecer um programa de exercícios abrangendo alongamentos, massagens e relaxamentos junto a um fisioterapeuta para aliviar os sintomas.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Crescimento: Passos que você pode tomar para proteger seu jovem atleta

Nós todos sabemos que a nutrição é importante para o crescimento e desenvolvimento do seu filho. Mas o crescimento do seu filho - especialmente estatura - depende também de placas de crescimento dos ossos. Quando essas placas de crescimento são danificado através de uma lesão relacionada com esportes ou acidente, não só pode ser doloroso, mas também pode afetar a forma como e por quanto tempo braços, pernas, mãos e pés do seu filho vai crescer.
À medida que as células da cartilagem nos discos multiplicam, os ossos crescem mais tempo, placas de crescimento continuar a alongar os ossos até cerca de 14 anos em meninas e 16 anos nos meninos Em ambos os sexos, o aumento de estrogênio durante a puberdade faz com que a cartilagem da placa de crescimento para se transformar em osso sólido. No entanto, os ossos podem parar de crescer mais cedo - nanismo desenvolvimento físico e causando problemas funcionais - se as placas de crescimento são muito prejudicados.
3 maneiras de evitar lesões da placa de crescimento
Você pode não ser capaz de impedir lesões da placa de crescimento, mas você e seu filho pode tomar precauções.
1 . Não jogar um esporte durante todo o ano. As crianças precisam de pelo menos três meses fora de seu esporte escolhido para permitir a placa de crescimento microlesões para curar.
2 . Usar equipamento de proteção. velocidade recomendada varia de acordo com o esporte, mas também é importante para atividades recreativas. Por exemplo, protetores de pulso pode ajudar a prevenir lesões em skatistas.
3 .Evite atividades recreativas de risco. Saltar sobre um trampolim é uma atividade de risco comum, especialmente se mais de uma criança é no trampolim, e é responsável por muitas fraturas ósseas em crianças.
Não importa como isso acontece, se você suspeita que seu filho tem prejudicado a placa de crescimento, é hora de fazer uma consulta médica para uma avaliação.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Dica: cuidado com as costas na hora do estudo!


O ideal seria conseguir regular a altura da cadeira para que os pés estejam apoiados e o quadril em contato com o assento. As costas devem permanecer retas e apoiadas no encosto. Braços, ombros e pescoços devem ser mantidos relaxados. O ideal é não permanecer por períodos superiores a duas horas sentado, por exemplo, à frente do computador. É importante a pausa para se movimentar, alterando a postura momentaneamente.


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Alerta sobre as mochilas escolares!


Com os estudos, a lição de casa e as atividades extracurriculares, ir à escola pode fazer as crianças sentirem o peso do mundo nas suas costas. E às vezes isso é literalmente o que acontece. Depois de incluir lanche, material escolar, cadernos e livros – que pesam cerca de 1,6 kg cada um – na mochila do seu filho, o peso que ele carrega para cima e para baixo pode ser enorme... e potencialmente perigoso. Segundo a Comissão Americana de Segurança de Produtos ao Consumidor, todo ano, pelo menos 14 mil crianças são tratadas por lesões causadas pelo peso das mochilas.
O uso impróprio das mochilas pode machucar músculos e articulações e podem provocar dores intensas no pescoço, nas costas e nos ombros, além de problemas de postura.
A Academia Americana de Cirurgiões Ortopedistas recomenda que o peso de uma mochila deve ser inferior a 10% do peso do corpo da criança.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Dica da Camila: Cuidado a posição W !

 
Sentar em “W” refere-se à postura assumida pelas crianças quando se sentam no chão com as pernas posicionadas no formato de um “W”, sendo esta uma das várias posições que a criança pode assumir enquanto brinca. Em relação a isso, a alternância entre as posições que a criança senta é muito benéfica e estimula a descoberta dos limites de corpo. No entanto, se assumido com frequência, este hábito postural pode gerar alterações ortopédicas, no desenvolvimento ósseo e no desenvolvimento motor.
Alterações Ortopédicas:
Quando sentada em “W”, os quadris encontram-se no limite da rotação interna, predispondo a criança a problemas ortopédicos futuros. Nesta posição anormal, o risco de luxação do quadril é preocupante. Esta posição também favorece a instalação de encurtamentos e contraturas musculares.

Desenvolvimento Ósseo:
O sentar em “W” também pode afetar o desenvolvimento ósseo, favorecendo a anteversão da cabeça do fêmur e a rotação interna da tíbia.

Desenvolvimento Motor:
Na postura em “W”, a criança experimenta um grande aumento da base de sustentação quando comparada com outras posturas sentadas, isso lhe garante maior estabilidade e menor necessidade de ajustes posturais. Quando sentada em “W”, o centro de gravidade dificilmente ultrapassará a sua base de sustentação (a área ocupada pelo “W”), desta forma, os músculos do tronco terão pouco trabalho para manter o equilíbrio. Obviamente equilíbrio e estabilidade são coisas boas, mas, a instabilidade também é essencial para desenvolver reações posturais e a força nos músculos do tronco. O problema é que o “W” é tão estável que não permite à criança exercitar seu equilíbrio, também limita as rotações de tronco e as transferências de peso laterais como aquelas que realizamos para alcançar um objeto. Como resultado, ocorre um atraso nas aquisições de controle de tronco e equilíbrio devido ao não uso. Além disso, pela falta de transferências laterais e da capacidade de cruzar a linha média (levar a mão esquerda a alcançar um objeto no lado direito do corpo), a criança tende a usar a mão direita no lado direito do corpo e a mão esquerda no lado esquerdo do corpo, afetando o desenvolvimento da dominação manual.
A maioria das crianças adquire a posição em “W” por curtos períodos de tempo, alternando naturalmente para outras posições. A forma mais fácil de prevenir complicações é evitar desde o início que se torne um hábito. Elas devem ser estimuladas a mudar a posição e chamadas à atenção para corrigirem a postura sempre que a posição em “W” for a preferencial.

Fonte: http://maplebearjaguare.com