sábado, 8 de julho de 2017
sexta-feira, 7 de julho de 2017
quinta-feira, 6 de julho de 2017
Mulheres com visão otimista vivem mais!
Mulheres com uma visão otimista da vida podem viver mais tempo do que as pessimistas, segundo um estudo feito por pesquisadores do Reino Unido. A pesquisa analisou dados de mais de 70 mil mulheres com idade média de 70 anos: as participantes tiveram que avaliar o quão otimistas se sentiam, considerando uma escala de 0 a 24.


Monitoradas durante oito anos, ao longo do estudo, mais de 4 mil mulheres faleceram por morte causada por doença e as que se consideravam mais otimistas demonstraram um risco de morte por doenças fatais 30% menos do que as pessimistas. Publicada na revista científica American Journal of Epidemiology, os pesquisadores afirmam que o otimismo pode impactar a saúde física.
quarta-feira, 5 de julho de 2017
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Quedas: Uma questão de prevenção.
É normal cair? “Ele é idoso, tropeçou, acontece…” Quando devemos nos preocupar? As quedas matam. Acidentes já se tornaram a sexta principal causa de morte em idosos e grande parte dos acidentes são caracterizados por quedas. Além disso, o custo no cenário da saúde pública é imenso, especialmente quando após a queda o idoso perde sua autonomia e torna-se dependente. A cada ano, aproximadamente 30 a 40% dos idosos caem pelo menos uma vez, e as consequências negativas extrapolam o aspecto físico, sendo também psíquicas e sociais.
Ao contrário do que muitos imaginam, prevenir quedas não se trata apenas de proporcionar um ambiente seguro, amplo, iluminado e com barras de apoio. Na presença de obstáculos simples, as pessoas jovens não caem pois tem recursos (musculatura, equilíbrio, reflexos) que as protegem. Esses recursos devem ser buscados pelos mais velhos para que também possam evitar possíveis quedas. Geralmente, idosos tem chance maior de cair uma vez que acumulam uma série de fatores de risco atualmente classificados como intrínsecos ou extrínsecos. Os fatores extrínsecos incluem as dificuldades encontradas no ambiente, como por exemplo piso escorregadio, calçados inapropriados ou o famoso tapete dobrado. Já os fatores intrínsecos dizem respeito às dificuldades próprias do indivíduo que cai: doenças, medicações, alterações sensoriais (principalmente perda da visão e audição), força muscular e outras. Assim, compreendendo melhor o motivo das quedas, podemos adotar intervenções mais eficazes no âmbito da prevenção.
É papel do médico questionar sobre a ocorrência de quedas e circunstâncias do evento, conferindo atenção especial aos pacientes com mais de 2 quedas em 6 meses, chamados de “caidores”. Indivíduos que caem de forma recorrente, além do risco de uma fratura mais grave como a de fêmur que acarreta alta mortalidade, podem sofrer também do medo de cair. O medo pode trazer uma espiral negativa que envolve mais imobilidade, atrofia muscular, isolamento social, solidão e até mesmo depressão.
fonte: sbgg.org.br-
texto: Rodrigo Buksman
Médico especialista em Geriatria e Gerontologia pela UERJ e SBGG.
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sábado, 1 de julho de 2017
quinta-feira, 29 de junho de 2017
quarta-feira, 21 de junho de 2017
Benefícios do Pilates para cirianças
Estimula a atenção,
concentração
coordenação motora Global,
aprendizagem,
Diminui a ansiedade,
Corrige a estrutura postural,
relaxa!
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